reality

Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida.


Amanda Volpi

Gostoso mesmo são as coisas mais simples; sorrisos bobos, encontro de olhares, e aquela gargalhada de doer as bochechas.

Thiara Macedo (sdpm)

(via looveisadrug)


Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podiamos esperar por crescer?(odeio∞rotulos)

Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podiamos esperar por crescer?
(odeiorotulos)

(via odeiorotulos)

E hoje em dia, a gente se pergunta do porquê de ter caído naqueles braços tão quentes e confortáveis, nos perguntamos porquê tínhamos que ter acreditado em todas aquelas promessas que pareciam tão reais, e hoje em dia mal passar de palavras passam. O que acontece? Por favor, se alguém souber me explique o que acontece, porque eu não sei. Não consigo entender. Na verdade, quem sabe eu entendo um pouco. Entendo que caímos em uma armadilha, porque não tem como dizer não para aqueles olhos que brilham, e olhavam para você intensamente. Não tem como recusar um pedido, seja qual for ele. Você sabia disso, eu sabia disso e todos sabem. Mas não sabemos. Sim, é estranho e confuso ao mesmo tempo. Você quer uma pessoa, mas as vezes não quer ela. Você quer beijá-la, mas tem medo porque sabe que vai sentir saudades mais tarde. Você fica meio divido, meio que partido ao meio. Aí você encontra sua outra metade, seu outro par. Você ganha vida, e começa a ver o mundo de outra forma. Você acha que tudo é real e sempre cai nas mesma mentiras que hoje em dia para você, são totalmente hipócritas e irreais. Mas sabe o que mais perturba a cabeça depois que somos abandonados? O fato de que quando nos apaixonados, acreditamos em tudo, ficamos bobos e sem armadura. E depois, somos esmagados por tudo prometido, somos enganados e jogados de lado. Ando bem mais forte depois disso, depois do que passei, pelo menos eu. Ando com a minha armadura, e não tão mais boba. Gosto de quem gosta de mim, quem não gosta, um grande foda-se.

—Danni M.  (via sembarreira)

(via sembarreira)

Tenho medo de decepcionar as pessoas, de magoá-las, de faze-las cansarem de mim. Só queria que elas também tivessem esse medo.

Tati Bernardi. (via incertacerteza)

(Source: trechosdelivros, via looveisadrug)

Vou embora querendo alguém que me diga pra ficar. Estou sempre de partida, malas feitas, portas trancadas, chave nas mãos. No fundo eu quero dizer “Me impede de ir. Fica parado na minha frente e fala que eu tenho lugar por aqui, que não preciso abandonar tudo. Me ajuda a levar a vida menos a sério, porque é só vida, afinal.” E acabo calada, porque não faz sentido dizer tudo isso sem ter pra quem.

Verônica H.   (via anjoperfeito)

(Source: des-centralizar, via anjoperfeito)